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Livro - Travessia da Amazônia
R$ 38,00 à vista ou em 6 x de R$ 6,33 no cartão sem juros (+ frete)
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O livro narra uma viagem do Pacífico ao Atlântico pelos rios amazônicos, iniciando em Lima, no Peru, e terminando em Belém, no Pará. Foram cerca de 5 mil quilômetros de aventuras cruzando a Amazônia peruana
AUTOR: Airton Ortiz TEMAS: Estilo de vida - aventura PÁGINAS: 223
FORMATO: 16 X 23 cm
EDITORA: Record ISBN: 978-85-01-07072-6
O livro narra uma viagem do Pacífico ao Atlântico pelos rios amazônicos, iniciando em Lima, no Peru, e terminando em Belém, no Pará. Foram cerca de 5 mil quilômetros de aventuras cruzando a Amazônia peruana, Amazônia colombiana e toda a Amazônia brasileira. Viajando sempre em embarcações locais, o explorador gaúcho passou três meses visitando aldeias indígenas e povoados ribeirinhos ao longo dos rios, além de fazer profundas incursões pelo interior das floresta, entrando em contato direto com a flora e os grandes animais da maior selva tropical do mundo.
Contracapa
“Enquanto olhava o casario se afastando no horizonte, lembrei-me de Joam Garral, o personagem do romance A jangada, de Júlio Verne. Quando saiu de Iquitos em direção a Belém — coincidentemente também numa primeira semana de junho — ele tinha 48 anos, a minha idade. A travessia imaginada pelo grande romancista francês, desafio ao qual me lançava agora, estava ambientada em 1852, mas pouco havia mudado nos confins da floresta amazônica. O que encontraria pelo caminho que nem a mente criativa de Júlio Verne conseguiu imaginar?
Assim como a minha, ‘onde acabaria a viagem de Joam Garral?’, perguntou o escritor, ele mesmo se encarregando de explicar: ‘No Pará, em Belém, a oitocentas léguas desse pequeno povoado peruano, se nada modificasse o itinerário escolhido!’ Mas, na verdade, tanto na ficção quanto na vida real, a pergunta mais sensível era outra, também feita no romance: ‘Como ela acabaria?’ Para essa questão, nem o próprio autor sabia a resposta, ‘isso era um segredo do futuro.’
Tanto quanto Júlio Verne, eu também pretendia desvendar esse segredo nos próximos meses.”
Airton Ortiz
Orelha
Às conhecidas credenciais de jornalista e editor Airton Ortiz resolveu acrescentar uma outra, a de aventureiro. Uma decisão que os leitores têm todos os motivos para celebrar. A partir de suas aventuras, Ortiz escreve livros. E os livros que escreve representam uma inovação em termos da literatura sobre viagens, um gênero sempre apreciado e no qual se incluem não poucas obras originais.
Entre estas devemos inscrever agora Travessia da Amazônia — do Pacífico ao Atlântico pelos rios amazônicos. Para começar, um grande tema: há séculos a Amazônia é um verdadeiro mundo encantado, seja pela arrebatadora paisagem, seja pelas numerosas culturas que ali surgiram, seja pelo apelo ao imaginário. Ao que, naturalmente, deve-se acrescentar a importância ecológica da região, objeto freqüente de notícias e de debates. Ortiz foi conhecer a Amazônia.
O resultado é este arrebatador relato que resulta, em primeiro lugar do “estilo Ortiz” de viajar, que nada tem a ver com turismo convencional, aquele de tours organizados, de estadia em hotéis cinco estrelas. Ortiz quer o inusitado: o inusitado em paisagens, o inusitado em experiências (como aquela da zabaratana), o inusitado em encontros com pessoas, o inusitado em culinária, até. Mais que isto, ele sabe traduzir este inusitado numa narrativa ágil, pitoresca, sempre fascinante, uma narrativa que nos permite partilhar um pouco de suas aventuras.
E também, diga-se de passagem, aumentar nossa cultura: não são poucas as informações que este livro fornece, informações que para nós, brasileiros, são particularmente importantes. Viajar com Ortiz, por todas estas razões, é prazer, é emoção, é gratificação. Bem-vindo, leitor, ao mundo da aventura. Nestas páginas você vai recuperar sonhos. O que, no mundo em que vivemos, não é pouca coisa.
Moacyr Scliar
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