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Livro - Na Trilha da Humanidade
R$ 36,00 à vista ou em 6 x de R$ 6,00 no cartão sem juros (+ frete)
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Uma viagem de 7 milhões de anos, considerada a maior aventura já protagonizada pela espécie humana
AUTOR: Airton Ortiz TEMAS: Estilo de vida - aventura PÁGINAS: 280 mais encarte com 47 fotos coloridas
FORMATO: 16 X 23 cm
EDITORA: Record ISBN: 978-85-01-07695-3
Rastreando os vestígios arqueológicos e genéticos da Humanidade, Aírton Ortiz atravessa África, Oriente Médio, Ásia, até chegar a Minas Gerais seguindo as pegadas deixadas pelo homem pré-histórico.Completar uma volta ao mundo, cruzando as regiões mais inóspitas do planeta, com o transporte público como único meio de locomoção foi uma tarefa até então realizada apenas na ficção de Julio Verne, em seu A volta ao mundo em 80 dias.
Para onde caminha a humanidade ainda é uma grande incógnita. Mas de onde ela veio já sabemos: África. O primeiro vestígio humano encontrado no planeta, um crânio descoberto no Chade, data de 7 milhões de anos. Decidido a mostrar como passamos de símios a seres humanos, Ortiz percorreu, durante três meses, 45 mil quilômetros, grande parte deles na África selvagem. No caminho, topou com animais, tribos hostis, guerrilheiros.
Viajante e aventureiro por natureza, o Homo sapiens se espalhou pelo planeta e tomou conta do mundo. Primeiro dentro da África, em marcha para o sul, depois, para terras mais distantes. Há cerca de 120 mil anos, seguiu para o norte em busca de novos territórios. Subiu pelo vale do Nilo até o Mediterrâneo, dobrou à direita, atravessou a península do Sinai e chegou ao Oriente Médio. Um de seus grupos cruzou a Ásia, no encalço das grandes manadas de mamutes, e ingressou nas Américas pelo Alasca, descendo até o Brasil.
A expedição narrada neste livro seguiu as pegadas desse povo, o caminho percorrido por nossos ancestrais, a partir dos seus vestígios arqueológicos e das informações genéticas das populações atuais. Como eles, Airton Ortiz saiu da África, passou pelo Oriente Médio, cruzou a Ásia e entrou nas Américas pelo Alasca, descendo até Minas Gerais, onde viveu Luzia, a “primeira brasileira” de quem se tem notícia. O projeto agregou novos conhecimentos sobre nossa espécie, acrescentando uma série de informações que ainda estavam faltando na História da humanidade e estabelecendo um marco a partir do qual novas descobertas poderão ser desenvolvidas.
Equilibrando informações com relatos temperados com adrenalina e observações, em NA TRILHA DA HUMANIDADE Airton Ortiz conduzirá o leitor em uma viagem perigosa e emocionante de 7 milhões de anos, a maior aventura já protagonizada pela espécie humana.
CONTRACAPA
Ao seguir as pegadas de nossos ancestrais a partir de vestígios arqueológicos e de informações genéticas das populações atuais, Airton Ortiz conduz o leitor a uma viagem pela África, Oriente Médio, Ásia, até chegar a Minas Gerais. Uma viagem de 7 milhões de anos, considerada a maior aventura já protagonizada pela espécie humana.
ORELHAS
Para onde vai a Humanidade ainda é uma grande incógnita, mas de onde ela veio já sabemos: África. O primeiro vestígio humano encontrado no planeta, um crânio desenterrado no Chade, tem 7 milhões de anos. Precisamos evoluir durante 3 milhões de anos para nos tornar bípede, um Australopithecus. Mais 2 milhões de anos e já tínhamos habilidade manual, um Homo habilis. Evoluímos para Homo erectus e, posteriormente, Homo sapiens.
Viajante e aventureiro por natureza, o Homo sapiens foi se espalhando pelo planeta e tomando conta do mundo. Primeiro dentro da África, marchando para o sul, depois para terras mais distantes. Há cerca de 120 mil anos, seguiu para o norte em busca de novos territórios. Subiu pelo vale do Nilo até o Mediterrâneo, dobrou a direita, atravessou a península do Sinai e chegou ao Oriente Médio. Um desses grupos cruzou a Ásia seguindo as grandes manadas de mamutes e ingressou nas Américas pelo Alasca, descendo até o Brasil.
A expedição narrada neste livro seguiu as pegadas desse povo, o caminho percorrido por nossos ancestrais a partir dos seus vestígios arqueológicos e das informações genéticas das populações atuais. Como eles, Airton Ortiz saiu da África, passou pelo Oriente Médio, cruzou a Ásia e entrou nas Américas pelo Alasca, descendo até Minas Gerais, onde viveu a primeira brasileira de quem se tem notícia. O projeto agregou novos conhecimentos sobre nossa espécie, acrescentando uma série de informações que ainda estavam faltando na História da humanidade e estabelecendo um marco a partir do qual novas descobertas poderão ser desenvolvidas.
Fazer uma volta ao mundo cruzando as regiões mais inóspitas do planeta utilizando apenas transporte público como meio de locomoção foi uma tarefa até então realizada apenas na ficção de Julio Verne em seu livro A Volta ao mundo em 80 dias. Os obstáculos vencidos foram muitos e perigosos, como as zonas de guerra, as longas distâncias e, principalmente, a travessia do Quênia para a Etiópia, uma terra de ninguém, onde guerrilheiros mercenários precisaram ser contratados para escoltar a expedição.
Através deste livro Airton Ortiz conduzirá o leitor a uma viagem de 7 milhões de anos, a maior aventura já protagonizada pela espécie humana.
AUTOR
Além de escritor, o explorador e aventureiro Airton Ortiz é também jornalista especializado em natureza selvagem. Já percorreu meio mundo caçando aventuras, especialmente as que rendessem boas histórias para contar a seus leitores. Sua curtição pela adrenalina o transformou no primeiro gaúcho a escalar o Kilimanjaro, a mais alta montanha da África, expedição contada no livro Aventura no topo da África. Os livros Na Estrada do Everest e Pelos caminhos do Tibete foram finalistas do Prêmio Açorianos de Literatura. Em 2003, Expresso para a Índia ganhou o Prêmio Euclides da Cunha, da União Brasileira de Escritores, como o melhor livro de ensaio publicado no Brasil naquele ano. Em 2005, Travessia da Amazônia ganhou o Prêmio Livro do Ano da Associação Gaúcha de Escritores. No ano seguinte, Egito dos faraós foi finalista do mesmo prêmio. Em 2005, a série de reportagens que deu origem ao seu último livro, Na trilha da Humanidade, publicada no jornal Zero Hora, foi finalista do Prêmio Esso de Jornalismo. Escreveu ainda Cruzando a última Fronteira, todos na coleção Viagens Radicais, da Record. Sucesso de crítica e de público, de 2003 a 2006 os lançamentos de suas obras entraram na lista dos livros mais vendidos da prestigiada Feira do Livro de Porto Alegre. Airton Ortiz já gravou diversos documentários para a televisão, todos sobre aventuras. Como fotógrafo, tem um acervo com 10 mil fotos da maioria dos países do mundo, especialmente sobre natureza selvagem.
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